E no entanto, o mal e a estupidez não deixam de estar presentes em nós. Às vezes caímos, somos agredidos, a vida revela-se cruel, e podemos pensar como Mark Twain e dizer que foi uma pena que Noé não tivesse chegado atrasado à arca.
Numa perspectiva genética e evolucionista, encerramos em nós os reflexos de sobrevivência e de agressividade das formas de vida que nos antecederam. «Tudo o que ameaçava o homem das cavernas, perigos, trevas, fome, sede, fantasmas, demónios, tudo passou para o interior das nossas almas, tudo nos inquieta, nos angustia, nos ameaça por dentro» (Morin).
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