segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Desejo a todos .....

Desejo a vocês
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com os amigos
Viver sem inimigos
Filme na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Ouvir uma palavra amável
Ver a banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir não
Nem nunca, nem jamais
Nem adeus
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de amor
Tomar banho de cachoeira
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas com alegria
Uma tarde amena
Calçar um chinelo velho
Tocar violão para alguém
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu .....



(Carlos Drummond de Andrade)

Marketing

Sacos de uma sex-shop!
Apesar da associação óbvia, acho que está de génio!





segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ehhhh pá!!!!

Hoje e no meu almoço....

Hoje levaram-me a almoçar à Catedral da Cerveja (no Estádio da Luz ... a Catedral!)...
Sitio bonito, companhia óptima ... e tudo e tudo e tudo!
De repente olho e quem vejo???????????? O Presidente, O Rui Costa,o Jesus (!!!!!) e outro que não conheço ....

Passaram por nós e disseram "boa tarde"!Muito dar nas vistas, muito falar alto, estilo: "Ó António o que é que há para almoçar?..." ou "'Ó António vai buscar o meu telemóvel, por favor....". Isto o Presidente. O Rui estava tristonho... o Jesus, ai Jesus coitadito do homem!

E depois começaram a almoçar e lá se ouviram vários DASSE, vários MERDA e etc...

Pessoas com estilo, portanto!

Continuámos a almoçar e de repente......ó Deus, ó minha Nossa Senhora da Conceição, ó ... olho e quem vejo'''''' A VITÓRIA, A ÁGUIA ..... a entrar na sala ... a 5 metros de mim (ela é grande!!!!)... na mão do treinador. Imponente, linda, um pouco vaidosa até.

O treinador também nos cumprimentou ... não sei se foi de ver o meu ar.

A contar esta cena à minha irmanita já levei na cabeça:
- Então, ó mulher! Tu não pediste para tirar uma foto ao pé da águia????? Hum???? Merecias uma cachaporrada... nem acredito! Falavas com o espanhol (o treinador), estilo "ombre me dexas tirar una fueto con la aguita? Hum? Puedo?"...ó pá nem acredito nisto....

Ficou mesmo triste. Desculpa irmã, mas às vezes sou envergonhada!

Mas olhem foi muito giro. E tudo sem ser combinado, hem?

sábado, 22 de agosto de 2009

PARABÉNS DO TEU MAIS QUE PREFERIDO!!!!

Parabéns Sara!

Depois de umas certas provocações lançadas à minha pessoa (ver post anterior) achei que este era o momento ideal para "falar"! Sendo assim, e dado que o dia hoje não é meu, só me resta dar uns valentes parabéns à minha prima Sara e a toda a famelga por a aturar durante todos estes anos (hihihihi). Só espero que a menina continue a avançar no seu curso de modo a poder um dia voltar a passar o seu dia de aniversário com a família, porra!

Mais informo que os comentários já estão abertos a qualquer vulgar anónimo (esta foi assim uma decisão à Deus).

Muito obrigado, muitos beijinhos e um bom dia para todos.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Reposições

Boa tarde rapaziada,
E quando menos se espera, lá aparece um sinal divino de esperança e força! Pois é, já há muito tempo que não escrevia nada na minha rubrica semanal (hahahaha... teve piada), não sei o porquê de a retomar hoje mas também não vale a pena perder muito tempo a pensar nisso.
Antes de continuar quero desejar a toda a famelga um bom ano com muita alegria e mais importante: muita saudinha!Quanto ao assunto que me traz aqui hoje apenas tenho a dizer o seguinte: anda para aí uma malta...!! E pronto era isto. A minha ideia era seguinte, acabava-se com esta história da assembleia da república, do Presidente da República Portuguesa e dos tribunais Domvs Ivstitiae e escolhia-se (não era eleger, era mesmo escolher porra!) um... vá... Deus! E depois esse senhor, que passava a divino pois claro, escolhia os seus 12 apóstolos, que assim num parelelismo parvo para o cidadão ordinário compreender eram como que os actuais ministros. Depois o Deus ia descansar, porque era grande e poderoso, e os apóstolos subcontratavam um governo qualquer para gerir a coisa e de seguida iam descansar, porque eram grandes e poderosos.Sendo assim, ficava tudo bem, não havia contestação e sempre que houvesse alguma dúvida mais pertinente (sei lá... casamento homossexual, pena de morte, aborto, deixar seres como o Zé Castelo Branco viverem...) perguntava-se ao Deus. Se ele estivesse com vontade de dar uma deliberadela tudo bem, dava e assim ficava para todo o sempre! Caso não lhe apetecesse decidir nada, porque ele é grande e poderoso, cabia aos 12 apóstolos tomar uma decisão, sendo que a mesma seria válida apenas para o caso em discussão e nunca para todo o sempre! Fazia-se então um civilizado jogo de "2 ou 1" entre os apóstolos precedido por um "par ou ímpar" entre os dois vencedores e quem ganhasse decidia, que isso das votações é parvo.
Finalmente, instituia-se também o Benfica campeão. Isto é, acabava-se com as arbitragens corruptas e incompetentes.Muito obrigado pela atenção e boa tarde.

PS: quero agradecer ao meu avô Tonecas pela grande inspiração dada na descoberta desta fabulosa teoria.

Miguel

O mais importante ....

Trabalha como se não precisasses do dinheiro,
ama como se nunca tivesses sido magoado
e dança como danças quando não há ninguém a ver-te.....



E ao fim do dia, dizem isto! E É isto!!!!

TEMPO

Por falar em tempo..... vale a pena ler isto!

O que é o tempo afinal?
Como saber o tempo certo?
Quando é que ele é nosso aliado?
E quando é nosso inimigo?
Tempo certo para dizer o que sentimos,
Para descobrir que se encontrou o que tanto se buscava,
Para dizer que se enganou,
Para dizer não espere por mim,
Para dizer segue comigo.
Tempo quando se descobre que é preciso recomeçar ... e do zero,
Mudar, virar tudo de cabeça para baixo.
Tempo talvez para encontrar o par perfeito ...
Tempo de ansiedades, expectativas ...
Tempo de se deixar envolver completa e loucamente,
Tempo para uma nova ou antiga paixão ...
Tempo de espera, dúvidas, incertezas.
Tempo de decepção ...
Tempo para se curar, juntar os pedacinhos, se reerguer ...
Tempo para descobrir que você é a sua melhor companhia ...
Tempo de parar de procurar o amor e deixar que um dia, quem sabe o
amor o encontre ...
Tempo de “fechar para balanço”.
Tempo para compreender que esta necessidade de estar amando e
entregando este amor, precisa mesmo, é de um tempo ...

Maristela Silva

terça-feira, 18 de agosto de 2009

E os olhos?????




Hum??? E os olhos da NOSSA Bianca??? Ó pá...

sábado, 15 de agosto de 2009

A minha BIANCA!


Não é linda???? Pensativa ..... sim, ela pensa!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Do meu novo Amor

No ano passado...

Já repararam como é bom dizer "o ano passado"? É como quem já tivesse atravessado um rio, deixando tudo na outra margem...Tudo sim, tudo mesmo! Porque, embora nesse "tudo" se incluam algumas ilusões, a alma está leve, livre, numa extraodinária sensação de alívio, como só se poderiam sentir as almas desencarnadas. Mas no ano passado, como eu ia dizendo, ou mais precisamente, no último dia do ano passado deparei com um despacho da Associeted Press em que, depois de anunciado como se comemoraria nos diversos países da Europa a chegada do Ano Novo, informava-se o seguinte, que bem merece um parágrafo à parte:

"Na Itália, quando soarem os sinos à meia-noite, todo mundo atirará pelas janelas as panelas velhas e os vasos rachados".

Ótimo! O meu ímpeto, modesto mas sincero, foi atirar-me eu próprio pela janela, tendo apenas no bolso, à guisa de explicação para as autoridades, um recorte do referido despacho. Mas seria levar muito longe uma simples metáfora, aliás praticamente irrealizável, porque resido num andar térreo. E, por outro lado, metáforas a gente não faz para a Polícia, que só quer saber de coisas concretas. Metáforas são para aproveitar em versos...

Atirei-me, pois, metaforicamente, pela janela do tricentésimo-sexagésimo-quinto andar do ano passado.
Morri? Não. Ressuscitei. Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova.

Mário Quintana

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O inesperado....

Rolei a cabeça para te encontrar.
Estavas aí, vestida de perfume brando e sincero,
Onde a loucura se encontra com a razão.
Não te vi no passado. Passava e não parava.
Estavas ausente no meu olhar.
Aconteceu o inesperado!
Consigo olhar nos teus olhos e me perder.
Não sei o que queres ao baralhar-me.
Contigo me perco, agora, onde nunca me encontrei.
Quem és? O que fazes?
De ti pouco sei, mas gosto.
Sou masoquista ao te desejar,
Pois nunca o quis.
Nem a ti, nem a este momento.
Vou ficar a assistir a esta ocasião,
Que de certa nada tem senão a certeza que gosto.
O imprevisto aconteceu...
Já nada me pasma a voz secreta do coração.
....
Gonçalo Lobo Pinheiro

Estava aqui a pensar......

Penso muito!!!.....
E últimamente tento pensar só em coisas boas (a minha irmã, entre outras Pessoas, ensinou-me ...).
Lembrei-me duma história (verdadeira) linda, contada por um "primo" (também lindo) há muitos anos... vê lá se te lembras, Belita.
Então:
O "primo" lindo era comando na tropa. Alto, e tudo e tudo ... comando, portanto.
Estava no "mato" a fazer a "comissão" com a equipa (vamos chamar assim..) dele.
Estavam em prospecção para dizimar mais alguns (meu Deus!).
Vem o "batedor" da cor dos outros (os a ser dizimados) e diz:
- Patrão, estão ali "turras"! (Os "turras" eram aqueles que estavam a defender a terra deles, portanto....)
Pergunta o "primo":
- Onde estão?
- Ali, Patrão (e apontou para o lado esquerdo, por exemplo)
O "primo":
- Então vamos para ali (e apontou para o lado direito ... o oposto)

LINDO!

É o que tenho tentado fazer com a minha vida .... Foge! E acreditem que me estou a dar muito bem....

Famelga...

Que tal abrirmos as portas do nosso blogue a outras Pessoas?
Sei que já falámos disto e concordamos não abrir. Sei. Ok.
Olhem, a minha opinião mudou.
Claro que só abrimos se todos estiverem de acordo...

domingo, 9 de agosto de 2009

Esta é de ir ás lágrimas....

sábado, 1 de agosto de 2009

O "JET-SET" MOÇAMBICANO

O "JET-SET" MOÇAMBICANO
por Mia Couto

Já vimos que, em Moçambique, não é preciso ser rico. O essencial é parecer rico. Entre parecer e ser vai menos que um passo, a diferença entre um tropeço e uma trapaça.

No nosso caso, a aparência é que faz a essência. Daí que a empresa comece pela fachada, o empresário de sucesso comece pelo sucesso da sua viatura, a felicidade do casamento se faça pela dimensão da festa. A ocasião, diz-se, é que faz o negócio. E é aqui que entra o cenário dos ricos e candidatos a ricos: a encenação do nosso "jet-set".

O "jet-set" como todos sabem é algo que ninguém sabe o que é. Mas reúne a gente de luxo, a gente vazia que enche de vazio as colunas sociais.

O jet-set moçambicano está ainda no início. Aqui seguem umas dicas que, durante o próximo ano, ajudarão qualquer pelintra a candidatar-se a um jet-setista. Haja democracia! As sugestões são gratuitas e estão dispostas na forma de um pequeno manual por desordem alfabética:

Anéis - São imprescindíveis. Fazem parte da montra. O princípio é: quem tem boa aparência é bem aparentado. E quem tem bom parente está a meio caminho para passar dos anéis do senhor à categoria de Senhor dos Anéis O jet-setista nacional deve assemelhar-se a um verdadeiro Saturno, tais os anéis que rodeiam os seus dedos. A ideia é que quem passe nunca confunda o jet-setista com um magaíça*, um pobre, um coitado. Deve-se usar jóias do tipo matacão, ouros e pedras preciosas tão grandes que se poderiam chamar de penedos preciosos. A acompanhar a anelagem deve exibir-se um cordão de ouro, bem visível entre a camisa desabotoada.

Boas maneiras - Não se devem ter. Nem pensar. O bom estilo é agressivo, o arranhão, o grosseiro. Um tipo simpático, de modos afáveis e que se preocupa com os outros? Isso, só uma pessoa que necessita de aprovação da sociedade. O jet-setista nacional não precisa de aprovação de ninguém, já nasceu aprovado. Daí os seus ares de chefe, de gajo mandão, que olha o mundo inteiro com superioridade de patrão. Pára o carro no meio da estrada atrapalhando o trânsito, fura a bicha**, passa à frente, pisa o cidadão anónimo. Onde os outros devem esperar, o jet-setista aproveita para exibir a sua condição de criatura especial. O jet-setista não espera: telefona. E manda. Quando não desmanda.

Cabelo - O nosso jet-setista anda a reboque das modas dos outros. O que vem dos americanos: isso é que é bom. Espreita a MTV e fica deleitado com uns moços cuja única tarefa na vida é fazer de conta que cantam. Os tipos são fantásticos, nesses vídeo-clips: nunca se lhes viu ligação alguma com o trabalho, circulam com viaturas a abarrotar de miúdas descascadas. A vida é fácil para esses meninos.

De onde lhes virá o sustento? Pois esses queridos fazem questão em rapar o cabelo à moda militar, para demonstrar a sua agressividade contra um mundo que os excluiu mas que, ao que parece, lhes abriu a porta para uns tantos luxos. E esses andam de cabelo rapado. Por enquanto.

Cerveja - A solidez do nosso matreco vem dos líquidos. O nosso candidato a jet-setista não simplesmente bebe. Ele tem de mostrar que bebe. Parece um reclame publicitário ambulante. Encontramos o nosso matreco de cerveja na mão em casa, na rua, no automóvel, na casa de banho. As obsessões do matreco nacional variam entre o copo e o corpo (os tipos ginasticam-se bem). Vazam copos e enchem os corpos (de musculaças). As garrafas ou latas vazias são deitadas para o meio da rua. Deitar a lata no depósito do lixo é uma coisa demasiado "educadinha". Boa educação é para os pobres. Bons modos são para quem trabalha. Porque a malta da pesada não precisa de maneiras. Precisa de gangs. Respeito? Isso o dinheiro não compra. Antes vale que os outros tenham medo.

Chapéu - É fundamental. Mas o verdadeiro jet-setista não usa chapéu quando todos os outros usam: ao sol. Eis a criatividade do matreco nacional: chapéu, ele usa na sombra, no interior das viaturas e sob o tecto das casas. Deve ser um chapéu que dê nas vistas. Muito aconselhável é o chapéu de cowboy, à la Texana. Para mostrar a familiaridade do nosso matreco com a rudeza dos domadores de cavalos. Com os que põem o planeta na ordem. Na sua ordem.

Cultura - O jet-setista não lê, não vai ao teatro. A única coisa que ele lê são os rótulos de uísque. A única música que escuta são umas "rapadas e hip-hopadas" que ele generosamente emite da aparelhagem do automóvel para toda a cidade. Os tipos da cultura são, no entender do matreco nacional, uns desgraçados que nunca ficarão ricos. O segredo é o seguinte: o jet-setista nem precisa de estudar. Nem de ter Curriculum Vitae. Para quê? Ele não vai concorrer, os concursos é que vão ter com ele. E para abrir portas basta-lhe o nome. O nome da família, entenda-se.

Carros - O matreco nacional fica maluquinho com viaturas de luxo. É quase uma tara sexual, uma espécie de droga legalmente autorizada. O carro não é para o nosso jet-setista um instrumento, um objecto. É uma divindade, um meio de afirmação. Se pudesse o matreco levava o automóvel para a cama. E, de facto, o sonho mais erótico do nosso jet-setista não é com uma Mercedes. É, com um Mercedes.

Fatos - Têm de ser de Itália. Para não correr o risco do investimento ser em vão, aconselha-se a usar o casaco com os rótulos de fora, não vá a origem da roupa passar despercebida. Um lencinho pode espreitar do bolso, a sugerir que outras coisas podem de lá sair.

Óculos escuros - Essenciais, haja ou não haja claridade. O style - ou em português, o estilo - assim o exige. Devem ser usados em casa, no cinema, enfim, em tudo o que não bate o sol directo. O matreco deve dar a entender que há uma luz especial que lhe vem de dentro da cabeça. Essa a razão do chapéu, mesmo na maior obscuridade.

Simplicidade - A simplicidade é um pecado mortal para a nossa matrecagem. Sobretudo, se se é filho de gente grande. Nesse caso, deve-se gastar à larga e mostrar que isso de país pobre é para os outros. Porque eles (os meninos de boas famílias) exibem mais ostentação que os filhos dos verdadeiros ricos dos países verdadeiramente ricos. Afinal, ficamos independentes para quê?

Telemóvel - Ui, ui, ui! O celular ou telemóvel já faz parte do braço do matreco, é a sua mais superior extremidade inferior. A marca, o modelo, as luzinhas que acendem, os brilhantes, tudo isso conta. Mas importa, sobretudo, que o toque do celular seja audível a mais de 200 metros. Quem disse que o jet-setista não tem relação com a música clássica? Volume no máximo, pelo aparelho passam os mais cultos trechos: Fur Elise de Beethoven, a Rapsódia Húngara de Franz Liszt, o Danúbio Azul de Strauss. No entanto, a melodia mais adequada para as condições higiénicas de Maputo é o Voo do Moscardo.

Última sugestão: nunca desligue o telemóvel! O que em outro lugar é uma prova de boa educação pode, em Moçambique, ser interpretado como um sinal de fraqueza. Em Conselho de Ministros, na confissão da Igreja, no funeral do avô: mostre que nada é mais importante que as suas inadiáveis comunicações. Você é que é o centro do Universo