Uma gaja não vem aqui um diazito e é só posts e cores (grhhh) novas e até o deus se farta de falar!... ai mudeusduxéu, qué muita emoção gentje!!!
Bem, 1º- não gosto da côr, mas mudar é bom e portanto eu alinho. Espero é que mude de novo brevemente (muito brevemente) que isto, para quem vem aqui TODOS OS DIAS, faz doer um bocadito os olhos. Votarei, mas asopções são só aquelas? qual é a palete completa de cores? não há azul malva? e verde-maçã-das Indias-acabadas-de apanhar? e beringela? há? e púrpura? e cor-de-vinho? e.... O.K.! já chega!
Fiquei tristíssima com o desfecho da situação da miuda brasileira... não consigo tirar isso da cabeça...
Deus, e o ARQUIVO? podemos ter um ARQUIVO decente? daqueles em q aparecem todos os posts? para parecer que se faz muita coisa aqui? podemos? hã? podemos? pode-se fazer uma votação sobre isso também?
A do Manuel Alegre tá muito boa! mas eu tenho outra sugestão: porquê que, agora que guantanamo vai ficar livre não os mandamos a todos para lá? a esses f.d.p. que nos torturam há anos a fio, pra eles saberem o que dói!
sábado, 24 de janeiro de 2009
HITEC
Agora a moda é, em vez de ser enterrado em um caixão ou ser cremado, virar diamante após a morte.
Ao custo de alguns milhares de euros e graças a uma sofisticada transformação química, uma empresa suíça agora garante ao falecido reservar seu lugar na eternidade sob a forma de um diamante humano.
Na Suíça, a empresa Algordanza recebe a cada mês entre 40 e 50 urnas funerárias procedentes de todo o mundo. Seu conteúdo será pacientemente transformado em pedra preciosa.
'Quinhentos gramas de cinzas bastam para fazer um diamante, enquanto o corpo humano deixa uma média de 2,5 a 3 kg depois da cremação', explica Rinaldo Willy, um dos co-fundadores do laboratório onde as máquinas funcionam sem interrupção 24 horas por dia. Ou seja, cada defunto pode gerar uns 5 diamantes, ou mais, dá para distribuir para toda família.
Os restos humanos são submetidos a várias etapas de transformação. Primeiro, viram carbono, depois grafite. Em seguida são expostos a temperaturas de 1.700 graus, finalmente se transformam em diamantes artificiais num prazo de quatro a seis semanas. Na natureza, o mesmo processo leva milênios.
'Cada diamante é único. A cor varia do azul escuro até quase branco. É um reflexo da personalidade', comenta Willy. A personalidade pela cor? Que coisa doida!
Uma vez obtido, o diamante bruto é polido e talhado na forma desejada pelos familiares do falecido para depois ser usado num anel ou num cordão.
Já pensou poder levar seu ente querido, depois da morte, em um colar ou anel? Se perguntarem sobre o falecido você vai poder dizer: 'Ele é uma jóia'.
Se roubarem o diamante é que é o problema, você vai ter que gritar: 'Roubaram o defunto, pega ladrão'!
O preço desta alma translúcida oscila entre 2.800 e 10.600 euros, segundo o peso da pedra (de 0,25 a um quilate), o que, segundo Willy, vale a pena, já que um enterro completo custa, por exemplo, 12.000 euros na Alemanha.
Está vendo, a moda tem tudo para pegar, é até mais barato transformar o defunto em jóia!
A indústria do 'diamante humano' está em plena expansão, com empresas instaladas na Espanha, Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.
A mobilidade da vida moderna é propícia para o setor, explica Willy, que destaca a dificuldade de se deslocar com uma urna funerária ou o melindre provocado por guardar as cinzas de um falecido na própria casa.
Ao custo de alguns milhares de euros e graças a uma sofisticada transformação química, uma empresa suíça agora garante ao falecido reservar seu lugar na eternidade sob a forma de um diamante humano.
Na Suíça, a empresa Algordanza recebe a cada mês entre 40 e 50 urnas funerárias procedentes de todo o mundo. Seu conteúdo será pacientemente transformado em pedra preciosa.
'Quinhentos gramas de cinzas bastam para fazer um diamante, enquanto o corpo humano deixa uma média de 2,5 a 3 kg depois da cremação', explica Rinaldo Willy, um dos co-fundadores do laboratório onde as máquinas funcionam sem interrupção 24 horas por dia. Ou seja, cada defunto pode gerar uns 5 diamantes, ou mais, dá para distribuir para toda família.
Os restos humanos são submetidos a várias etapas de transformação. Primeiro, viram carbono, depois grafite. Em seguida são expostos a temperaturas de 1.700 graus, finalmente se transformam em diamantes artificiais num prazo de quatro a seis semanas. Na natureza, o mesmo processo leva milênios.
'Cada diamante é único. A cor varia do azul escuro até quase branco. É um reflexo da personalidade', comenta Willy. A personalidade pela cor? Que coisa doida!
Uma vez obtido, o diamante bruto é polido e talhado na forma desejada pelos familiares do falecido para depois ser usado num anel ou num cordão.
Já pensou poder levar seu ente querido, depois da morte, em um colar ou anel? Se perguntarem sobre o falecido você vai poder dizer: 'Ele é uma jóia'.
Se roubarem o diamante é que é o problema, você vai ter que gritar: 'Roubaram o defunto, pega ladrão'!
O preço desta alma translúcida oscila entre 2.800 e 10.600 euros, segundo o peso da pedra (de 0,25 a um quilate), o que, segundo Willy, vale a pena, já que um enterro completo custa, por exemplo, 12.000 euros na Alemanha.
Está vendo, a moda tem tudo para pegar, é até mais barato transformar o defunto em jóia!
A indústria do 'diamante humano' está em plena expansão, com empresas instaladas na Espanha, Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.
A mobilidade da vida moderna é propícia para o setor, explica Willy, que destaca a dificuldade de se deslocar com uma urna funerária ou o melindre provocado por guardar as cinzas de um falecido na própria casa.
SAMISUNGUI PIQUININO.
Um cliente da Vodafone telefona desesperado para o Serviço de Apoio a
Clientes, pois não está a conseguir fazer chamadas do seu telemóvel.
Pergunta o funcionário da Vodafone:
- Qual é o modelo do seu telemóvel?
- É um Samisungui.
- Existem vários modelos da Samsung. Podia dizer-me como é o
telemóvel, para ajudar?
- É piquinino, abre e fecha e tem antena que estica...
Por aquela descrição, o funcionário fica na mesma e faz mais uma
pergunta:
- É preto?
- Sou.
Clientes, pois não está a conseguir fazer chamadas do seu telemóvel.
Pergunta o funcionário da Vodafone:
- Qual é o modelo do seu telemóvel?
- É um Samisungui.
- Existem vários modelos da Samsung. Podia dizer-me como é o
telemóvel, para ajudar?
- É piquinino, abre e fecha e tem antena que estica...
Por aquela descrição, o funcionário fica na mesma e faz mais uma
pergunta:
- É preto?
- Sou.
Outra sondagem, esta interessante...
Gostaria de saber, quantas horas dormem por noite. Façam lá as médias e coiso e tal e respondam aqui ao lado.
Se quiserem identificar a resposta ou falar sobre o assunto faz favor de comentar neste 'post'.
Beijinhos
Que é que acham deste verdusco irritante hein?!
Para animar o blogue vamos lá a uma sondagem! A ver se conseguimos passar dos 3 votos hein!
Então o tema da sondagem, à falta de melhor, será o tema do blogue. Isto é, qual a cor a utilizar como fundo. As escolhas são variadas por isso pensem bem e tentei não fazer batotinha...
Beijinhos